daqueles contornados de sansão-do-campo e cerca elétrica, (percebi esta noite) ainda há meninos de brincar nas ruas. e bolas, e bicicletas.
de tanto não se ver mais isso, surpreende-me, além da cena, também os próprios pequenos. e um fato que contradiz certas psicologias sobre sua imaturidade em relação às pequenas:
– Cê gosta de salgadinho?
– Não!
– Não acredito! Meu, Cê tem que aprender a viver nessa vida...
– Ow... (silêncio) Me dá um pouco disso aí, vai?
sem consciência das limitações de ser criatura, tão pura – e simplesmente – a natureza intui certas urgências.
terça-feira, 13 de maio de 2008
em um recorde modesto do tapete da cidade
por
Nózes
às
19:14
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domingo, 11 de maio de 2008
Um texto descarado.
De tapa, de xingo, de chute na bunda
do corpo pelado.
Lambido, molhado
Lembrado por poucos de todos por cento possíveis
de precisão,
anuviado ao vapor da banheira,
da chaleira no fogão
Óleo fervente, por acidente, na moleira do peão
Fica impresso no ladrilho da ruinha
os contornos do cordeiro canastrão
Enquanto os vasos voadores encomedam sua partida
Deixa o ponto passar
O café amargar
que ninguém mais nessa casa sente fome.
por
Nózes
às
20:22
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terça-feira, 22 de abril de 2008
"Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:/ Navegar é preciso; viver não é preciso".
Fernando Pessoa, poeta “(...) com o mercado não se discute, adapta-se”.
por
Nózes
às
10:38
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sábado, 22 de março de 2008
sexta-feira, 21 de março de 2008
a atriz Thalma de Freitas responde
por
Nózes
às
11:44
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quinta-feira, 20 de março de 2008
inalgural
por hábito
áspero
havido tivera outro homem
[pra ela
se tivesse por âmbito
outra forma de obsessão
na janela
[ela e ela
do décimo quinto andar
por
Nózes
às
18:28
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